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15 abr
2026

Fechamento FOP Porto Alegre: Tratamento Por Cateter Sem Cirurgia

O fechamento FOP Porto Alegre evoluiu drasticamente nos últimos anos. Além disso, o que antes exigia cirurgia de peito aberto hoje pode ser resolvido com um simples procedimento por cateter. Portanto, pacientes que descobrem ter forame oval patente (FOP) ou comunicação interatrial (CIA) agora têm acesso a tratamento minimamente invasivo, sem cicatrizes no tórax e com recuperação rápida.

Neste artigo, você vai entender como funciona o fechamento percutâneo de FOP, quando o procedimento é indicado, quais os benefícios em relação à cirurgia tradicional e onde encontrar especialistas experientes em Porto Alegre para realizar esse tratamento com segurança.

O Que É FOP e CIA: Entendendo o Buraco no Coração

O forame oval patente (FOP) é uma pequena abertura entre os átrios direito e esquerdo do coração que deveria fechar logo após o nascimento. No entanto, em cerca de 25% da população, essa comunicação permanece aberta. Portanto, uma em cada quatro pessoas tem FOP sem saber.

Já a comunicação interatrial (CIA) é uma abertura maior na parede que separa os dois átrios. Dessa forma, enquanto o FOP geralmente é uma falha pequena no fechamento natural, a CIA é um defeito congênito mais significativo. Consequentemente, a CIA quase sempre precisa de correção.

Quando o Buraco no Coração Se Torna Problema

Na maioria dos casos, o FOP é completamente inofensivo e a pessoa vive toda a vida sem saber que tem essa condição. No entanto, em algumas situações específicas, ele pode causar problemas graves:

AVC criptogênico em jovens: Quando uma pessoa jovem sofre um AVC sem causa aparente, o FOP pode ser o culpado. Além disso, pequenos coágulos podem atravessar o buraco e chegar ao cérebro. Consequentemente, isso causa um acidente vascular cerebral paradoxal.

Síndrome da descompressão em mergulhadores: Bolhas de gás formadas durante mudanças rápidas de pressão podem atravessar o FOP. Portanto, mergulhadores profissionais com FOP têm maior risco de sintomas neurológicos.

Enxaqueca com aura: Algumas pesquisas sugerem relação entre FOP e enxaqueca. No entanto, o fechamento do FOP para tratar enxaqueca ainda não é recomendação padrão.

Por outro lado, a CIA geralmente causa sintomas mais evidentes. Além disso, pode levar a falta de ar, cansaço, palpitações e sobrecarga do coração. Portanto, a correção costuma ser necessária mesmo sem sintomas graves.

Fechamento FOP Porto Alegre: A Revolução do Tratamento Por Cateter

Antigamente, o fechamento FOP Porto Alegre exigia cirurgia cardíaca aberta. Dessa forma, o cirurgião precisava abrir o esterno (osso do meio do peito), parar o coração, usar circulação extracorpórea e dar pontos manuais para fechar a abertura. Consequentemente, a recuperação era longa e dolorosa.

No entanto, a medicina deu um salto tecnológico impressionante. Portanto, hoje a grande maioria dos casos de FOP e muitos casos de CIA podem ser resolvidos por cateterismo cardíaco. Além disso, o procedimento é realizado através de uma simples punção na virilha.

Como Funciona o Fechamento Percutâneo de FOP

O fechamento percutâneo de FOP é um procedimento minimamente invasivo que dura cerca de 60 a 90 minutos. Portanto, veja como funciona passo a passo:

Punção venosa na virilha: O médico faz uma pequena punção na veia femoral, localizada na região da virilha. Além disso, essa é a única “entrada” necessária – não há cortes no tórax.

Navegação até o coração: Através de um cateter fino, o médico navega pelos vasos sanguíneos até chegar ao interior do coração. Portanto, todo o procedimento é guiado por ecocardiograma transesofágico e fluoroscopia em tempo real.

Posicionamento do dispositivo: O segredo está na prótese oclusora, popularmente chamada de “guarda-chuva cardíaco”. Além disso, esse dispositivo é feito de nitinol, um metal especial com memória de forma.

Abertura do primeiro disco: O dispositivo viaja fechado dentro do cateter. Quando chega ao local correto, o médico libera o primeiro disco do lado esquerdo do coração. Consequentemente, esse disco se abre como um guarda-chuva.

Abertura do segundo disco: O cateter é então puxado levemente para encostar o primeiro disco na parede do coração. Em seguida, o segundo disco é liberado do lado direito. Portanto, o buraco fica “sanduichado” entre os dois discos.

Liberação final: Após confirmar o posicionamento correto através das imagens, o dispositivo é liberado. Dessa forma, o buraco fica imediatamente lacrado.

Consequentemente, o paciente tem o problema resolvido sem cicatrizes visíveis no tórax. Além disso, a recuperação é muito mais rápida do que na cirurgia aberta.

Dispositivo Oclusor: O Guarda-Chuva Cardíaco

O dispositivo oclusor utilizado no fechamento FOP Porto Alegre é uma tecnologia fascinante. Portanto, vale entender como ele funciona:

O material principal é o nitinol, uma liga de níquel e titânio com propriedades únicas. Além disso, esse metal tem “memória de forma”, ou seja, pode ser comprimido dentro do cateter e depois volta automaticamente ao formato original quando liberado.

O formato do dispositivo lembra dois guarda-chuvas conectados pelas pontas. Dessa forma, quando posicionado corretamente, um disco fica de cada lado da parede cardíaca, mantendo o buraco fechado. Consequentemente, o sangue não pode mais atravessar a abertura.

Com o tempo, o tecido do coração cresce sobre o dispositivo. Portanto, após alguns meses, ele fica completamente incorporado e coberto por células do próprio organismo. Além disso, isso torna o fechamento permanente e definitivo.

Tipos de Dispositivos Disponíveis

Existem vários modelos de dispositivos oclusores aprovados. Portanto, o cardiologista intervencionista escolhe o mais adequado baseado no tamanho e formato do defeito:

Amplatzer PFO Occluder: Especificamente desenhado para FOP, tem perfil fino. Além disso, causa menos interferência com estruturas adjacentes.

Amplatzer Septal Occluder: Usado para CIA, tem discos maiores. Portanto, é ideal para defeitos mais amplos.

GORE CARDIOFORM: Possui desenho único que se adapta bem à anatomia. Consequentemente, oferece excelente taxa de fechamento completo.

Occlutech Figulla: Também disponível em vários tamanhos. Além disso, tem boa flexibilidade para diferentes anatomias.

Dessa forma, cada caso é individualizado e o dispositivo escolhido conforme as características específicas do paciente.

Quando o Fechamento FOP é Indicado

Nem todo mundo que tem FOP precisa fechar. Portanto, é fundamental entender quando o procedimento realmente traz benefício:

Indicações Bem Estabelecidas Para Fechamento de FOP

AVC criptogênico em pacientes jovens: Se você teve um AVC sem outra causa identificada e tem FOP, estudos demonstram benefício claro no fechamento. Além disso, isso reduz significativamente o risco de um novo AVC. Portanto, essa é a principal indicação.

Múltiplos eventos embólicos: Pacientes que tiveram mais de um episódio de embolia paradoxal. Consequentemente, o fechamento previne novos eventos.

FOP de alto risco: Algumas características aumentam o risco como shunt grande, aneurisma do septo atrial associado ou válvula de Eustáquio proeminente. Portanto, nesses casos o fechamento pode ser considerado mesmo após um único evento.

Por outro lado, pacientes que nunca tiveram sintomas e descobriram o FOP por acaso geralmente NÃO precisam fechar. Além disso, fazer o procedimento “preventivamente” sem indicação específica não traz benefício comprovado. Consequentemente, expõe o paciente a riscos desnecessários.

Indicações Para Fechamento de CIA

A CIA tem indicações um pouco diferentes. Portanto, geralmente é fechada quando:

  • Causa sobrecarga do coração (dilatação do átrio ou ventrículo direito)
  • Apresenta shunt significativo (razão de fluxo pulmonar/sistêmico maior que 1,5:1)
  • Causa sintomas como falta de ar ou cansaço
  • É descoberta em pacientes acima de 40 anos com anatomia favorável

Dessa forma, a CIA tem indicação mais ampla de correção do que o FOP. No entanto, a anatomia precisa ser adequada para fechamento por cateter.

Vantagens do Fechamento Percutâneo Versus Cirurgia Aberta

A comparação entre o fechamento por cateter e a cirurgia tradicional mostra vantagens impressionantes do método minimamente invasivo. Portanto, veja os principais benefícios:

Sem cicatriz no tórax: A única marca é um pequeno ponto na virilha. Portanto, não há abertura do esterno nem cicatriz visível no peito.

Sem circulação extracorpórea: O coração continua batendo normalmente durante todo o procedimento. Consequentemente, evita-se os riscos associados à bomba de circulação extracorpórea.

Recuperação rápida: A maioria dos pacientes recebe alta no dia seguinte. Além disso, retorna às atividades normais em poucos dias. Por outro lado, a cirurgia aberta exige semanas de recuperação.

Menos dor: Não há abertura de ossos ou músculos do tórax. Portanto, o desconforto pós-procedimento é mínimo.

Menor risco de complicações: As taxas de infecção, sangramento e outras complicações são significativamente menores. Consequentemente, o procedimento é mais seguro.

Anestesia mais leve: Geralmente usa-se sedação consciente, não anestesia geral profunda. Além disso, isso reduz riscos anestésicos.

Retorno ao trabalho mais rápido: Muitos pacientes voltam às atividades profissionais em uma semana. Portanto, o impacto na rotina é mínimo.

Dessa forma, o fechamento percutâneo revolucionou o tratamento do FOP e da CIA. No entanto, a cirurgia aberta ainda tem seu lugar em casos com anatomia muito desfavorável ou defeitos muito grandes.

Como é a Recuperação Após o Fechamento FOP

A recuperação do fechamento percutâneo de FOP é notavelmente rápida. Portanto, veja o que esperar:

Primeiras Horas Após o Procedimento

Logo após o procedimento, você fica em observação por 4 a 6 horas. Além disso, é necessário manter a perna estendida para evitar sangramento no local da punção. Consequentemente, você não pode dobrar a perna durante esse período.

Pequeno desconforto na virilha é normal. No entanto, dor intensa deve ser comunicada imediatamente. Além disso, a equipe monitora seus sinais vitais regularmente.

Primeiro Dia Após o Procedimento

Na manhã seguinte, geralmente você já pode se levantar e caminhar. Além disso, se tudo estiver bem, a alta hospitalar acontece no mesmo dia ou no dia seguinte ao procedimento. Portanto, a internação é muito breve.

Primeira Semana

Durante a primeira semana, evite esforços físicos intensos. No entanto, atividades leves como caminhar são liberadas e até recomendadas. Além disso, você pode tomar banho normalmente (apenas proteja o curativo nos primeiros dias).

Portanto, a maioria das pessoas retorna ao trabalho em 3 a 7 dias, dependendo do tipo de atividade profissional.

Primeiro Mês

Após duas semanas, exercícios moderados já são liberados. No entanto, atividades muito intensas devem aguardar liberação médica. Além disso, você precisará tomar antiagregantes plaquetários (aspirina e clopidogrel) durante 3 a 6 meses.

Consequentemente, exames de controle são realizados para verificar o posicionamento do dispositivo e descartar complicações.

Após 6 Meses

O ecocardiograma de controle mostra o dispositivo já incorporado ao tecido cardíaco. Portanto, o fechamento está completo e definitivo. Além disso, na maioria dos casos, você pode suspender um dos antiagregantes e manter apenas aspirina.

Dessa forma, após a recuperação completa, você pode retomar todas as atividades normais sem restrições.

Fechamento FOP Porto Alegre: Especialistas na Clínica Saadi

Se você precisa realizar fechamento FOP Porto Alegre, é fundamental escolher profissionais experientes em cardiologia intervencionista. Na Clínica Saadi, você encontra especialistas altamente qualificados tanto para o tratamento percutâneo quanto para casos que exigem cirurgia aberta.

Dra. Marina Saadi é cardiologista e atua no diagnóstico e acompanhamento de pacientes com cardiopatias congênitas como FOP e CIA. Além disso, realiza a investigação completa com ecocardiograma para definir a melhor estratégia de tratamento.

Dr. Eduardo Saadi é Professor Titular de Cirurgia Cardiovascular da UFRGS e possui mais de 15.000 cirurgias cardiovasculares realizadas. Portanto, quando há indicação de cirurgia aberta para defeitos complexos, você conta com um dos cirurgiões mais experientes do sul do Brasil. Além disso, o Dr. Eduardo realizou pós-doutorado no Royal Brompton Hospital em Londres.

Dr. Rodrigo Saadi é Cirurgião Cardiovascular do Hospital de Clínicas de Porto Alegre e Doutor em Cardiologia e Ciências Cardiovasculares pela UFRGS. Além disso, é especialista em técnicas minimamente invasivas e cirurgia robótica. Consequentemente, domina tanto as abordagens percutâneas quanto cirúrgicas para correção de defeitos cardíacos.

Dessa forma, a Clínica Saadi oferece avaliação completa e acesso a todas as opções terapêuticas disponíveis. Portanto, você recebe o tratamento mais adequado para o seu caso específico, seja ele percutâneo ou cirúrgico.

Riscos e Complicações do Fechamento Percutâneo

Embora o fechamento percutâneo de FOP seja muito seguro, como todo procedimento médico, apresenta alguns riscos. Portanto, é importante conhecê-los:

Complicações no local da punção: Sangramento, hematoma ou lesão vascular na virilha. No entanto, essas complicações são raras e geralmente leves.

Arritmias: Algumas pessoas desenvolvem arritmias temporárias logo após o procedimento, especialmente fibrilação atrial. Além disso, na maioria dos casos, essas arritmias são transitórias e resolvem espontaneamente.

Embolização do dispositivo: Muito raramente, o dispositivo pode se soltar e migrar. Portanto, seria necessária remoção por cateter ou cirurgia. No entanto, com a experiência atual, isso é extremamente infrequente.

Formação de coágulos: Existe pequeno risco de formação de trombos no dispositivo nos primeiros meses. Consequentemente, é essencial tomar os antiagregantes conforme prescrito.

Derrame pericárdico: Acúmulo de líquido ao redor do coração, complicação rara mas potencialmente grave. Portanto, a equipe médica fica atenta a esse risco durante e após o procedimento.

Erosão cardíaca: Complicação muito rara de longo prazo onde o dispositivo pode erodir a parede do coração. No entanto, com os dispositivos modernos e posicionamento adequado, isso é extremamente incomum.

Dessa forma, embora existam riscos, as taxas de complicações são baixas. Além disso, os benefícios do fechamento em pacientes com indicação adequada superam amplamente os riscos.

Perguntas Frequentes Sobre Fechamento FOP

Quanto tempo dura o procedimento de fechamento FOP?

O procedimento geralmente dura entre 60 e 90 minutos. No entanto, pode ser mais rápido em casos simples ou um pouco mais longo em anatomias complexas. Portanto, o tempo varia conforme cada caso.

Vou sentir o dispositivo dentro do meu coração?

Não. Após os primeiros dias, você não sente absolutamente nada. Além disso, com o tempo, o dispositivo fica incorporado ao tecido do coração. Portanto, torna-se parte permanente da sua anatomia cardíaca.

Posso fazer ressonância magnética com o dispositivo?

Sim. A maioria dos dispositivos modernos é compatível com ressonância magnética. No entanto, consulte sempre seu cardiologista antes de realizar o exame. Além disso, informe ao radiologista sobre o dispositivo.

Preciso tomar anticoagulante para sempre?

Não. Geralmente você toma dois antiagregantes (aspirina + clopidogrel) por 3 a 6 meses. Depois disso, mantém apenas aspirina por tempo variável. Portanto, não é necessário anticoagulação permanente na maioria dos casos.

O fechamento por cateter funciona tão bem quanto a cirurgia?

Sim. Estudos demonstram que as taxas de fechamento completo e prevenção de novos eventos são equivalentes. Além disso, o fechamento percutâneo tem menos complicações. Portanto, quando anatomia permite, é a primeira escolha.

Crianças podem fazer o fechamento por cateter?

Sim. O procedimento pode ser realizado em crianças, geralmente a partir de 5 a 6 anos de idade e peso mínimo de 15 kg. No entanto, depende do tamanho do defeito e da anatomia. Portanto, avaliação individualizada é essencial.

Avanços Futuros no Fechamento de FOP e CIA

A tecnologia de fechamento percutâneo continua evoluindo. Portanto, veja algumas tendências para o futuro:

Dispositivos ainda menores e mais flexíveis estão sendo desenvolvidos. Consequentemente, isso permitirá tratar defeitos atualmente considerados limítrofes para fechamento por cateter.

Novos materiais bioabsorvíveis estão em pesquisa. Dessa forma, o dispositivo seria absorvido após cumprir sua função de guiar o crescimento do tecido. Portanto, ficaria apenas tecido natural, sem metal permanente.

Técnicas de imagem 3D em tempo real estão melhorando. Além disso, isso torna o procedimento ainda mais preciso e seguro. Consequentemente, reduz ainda mais o risco de complicações.

Dispositivos com liberação mais controlada estão sendo testados. Portanto, o médico terá ainda maior controle sobre o posicionamento antes da liberação definitiva.

Conclusão

O fechamento FOP Porto Alegre representa um dos maiores avanços da cardiologia intervencionista moderna. Além disso, transformou completamente o tratamento de uma condição que antes exigia cirurgia de peito aberto.

Hoje, através de uma simples punção na virilha, é possível corrigir definitivamente o buraco no coração com segurança, eficácia e recuperação rápida. Portanto, pacientes que sofreram AVC criptogênico têm acesso a tratamento que previne novos eventos de forma minimamente invasiva.

No entanto, é fundamental que a indicação seja precisa e que o procedimento seja realizado por profissionais experientes. Consequentemente, procure sempre cardiologistas e cardiologistas intervencionistas qualificados.

Em Porto Alegre, a Clínica Saadi oferece avaliação completa e acesso às melhores opções terapêuticas disponíveis. Entre em contato e agende sua consulta.


Para consultas e avaliações:
WhatsApp: (51) 99806-0568
Endereço: R. Dona Laura, 45 – Sala 203, Rio Branco, Porto Alegre – RS


Sobre os Autores:

Dra. Marina Saadi – Cardiologista especialista em cardiopatias congênitas.

Dr. Eduardo Saadi – Professor Titular de Cirurgia Cardiovascular da UFRGS, mais de 15.000 cirurgias cardiovasculares realizadas, pós-doutorado no Royal Brompton Hospital (Londres).

Dr. Rodrigo Saadi – Cirurgião Cardiovascular do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Doutor em Cardiologia e Ciências Cardiovasculares pela UFRGS, especialista em técnicas minimamente invasivas e cirurgia robótica.

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